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Greve CPTM Linhas 11, 12 e 13 mantida sem garantia de empregos

ResumoA greve da CPTM nas Linhas 11, 12 e 13 permanece ativa sem garantia formal de empregos após a privatização. Ferroviários pressionam o governo estadual por segurança trabalhista, com próxima assembleia marcada para quarta-feira (5). A paralisação afeta diretamente o transporte metropolitano de São Paulo, mantendo serviços reduzidos até nova deliberação da categoria.

Ferroviários da CPTM mantêm greve nas linhas 11, 12 e 13. Sem garantia formal de empregos após privatização, trabalhadores pressionam governo; próxima assembleia é quarta (5).

Edmar Lisboa
Edmar Lisboa Editor regional · 05 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
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SP: ferroviários mantêm greve por falta de garantia de empregos

A greve dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que atendem as linhas 11, 12 e 13, na capital e região metropolitana, está mantida. A decisão foi tomada em assembleia encerrada por volta das 19h30, na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Brás.

Resposta direta: A paralisação continua porque os trabalhadores não receberam garantia formal de emprego para quem atuava diretamente nas linhas concedidas à empresa Trivia em julho deste ano. No primeiro dia, a oferta de trens foi reduzida nas linhas 11 e 12, e a linha 13 não teve atendimento durante a manhã e tarde, operando parcialmente no início da noite. A próxima assembleia está marcada para as 17h de quarta-feira (5).

Como a greve afeta quem depende das linhas 11, 12 e 13

Quem usa a CPTM sentiu o impacto já no primeiro dia de mobilização. Nas linhas 11 e 12, a oferta de trens diminuiu, o que significa mais tempo de espera e plataformas mais cheias. Na linha 13, o cenário foi mais severo: sem atendimento durante a manhã e tarde, com operação parcial apenas no início da noite.

Para o passageiro, a orientação é planejar rotas alternativas e acompanhar os canais oficiais da companhia. A situação pode se repetir enquanto a categoria não tiver resposta às suas reivindicações.

O que os trabalhadores pedem e o que diz o governo

Representantes dos trabalhadores falam em falta de diálogo por parte do governo do estado. Eles pressionam por garantias formais dos empregos daqueles que atuavam diretamente nas linhas concedidas à empresa Trivia em julho deste ano.

O governo do estado, por outro lado, afirma que cerca de 1.300 dos 4.648 funcionários ainda não foram realocados após a privatização. Diz também que há compromissos concretos de manutenção dos vínculos de todos. Os sindicalistas questionam essa versão, alegando que faltam instrumentos para dar segurança à categoria.

O que esperar da próxima assembleia

A próxima assembleia está prevista para as 17h de quarta-feira (5). Até lá, a greve segue. A decisão de manter ou suspender a paralisação depende do que for discutido entre trabalhadores e governo.

Perguntas Frequentes

A greve da CPTM afeta quais linhas?

As linhas 11, 12 e 13, na capital e região metropolitana. A linha 13 foi a mais afetada no primeiro dia, sem atendimento durante a manhã e tarde.

Quando é a próxima assembleia dos ferroviários?

Está prevista para as 17h de quarta-feira (5), na sede da CUT, no Brás.

Por que os ferroviários estão em greve?

Eles pedem garantia formal de empregos para quem atuava nas linhas concedidas à empresa Trivia em julho deste ano, e criticam a falta de diálogo do governo do estado.

O que o governo do estado diz sobre a realocação?

Segundo o governo, cerca de 1.300 dos 4.648 funcionários ainda não foram realocados, mas há compromissos concretos de manutenção dos vínculos de todos. Os sindicalistas questionam a falta de instrumentos formais.

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