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SP: greve na CPTM paralisa parcialmente três linhas de trens

ResumoA greve dos trabalhadores da CPTM paralisou parcialmente as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade em São Paulo, afetando cerca de 1 milhão de passageiros. A paralisação começou à meia-noite desta terça-feira, com reivindicações sobre a revisão do processo de privatização das linhas. A CPTM opera com esquema reduzido, sem previsão de normalização.

A greve dos trabalhadores da CPTM, iniciada à meia-noite desta terça-feira, paralisou parcialmente as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, afetando cerca de 1 milhão de pessoas. Reivindicações incluem revisão do processo de privatização das linhas.

Edmar Lisboa
Edmar Lisboa Editor regional · 04 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
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SP: greve na CPTM paralisa parcialmente três linhas de trens

Os trabalhadores da Companhia Militar de Transportes Metropolitanos (CPTM) iniciaram uma greve à meia-noite desta terça-feira, dia 4, resultando na paralisação parcial das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. Essa ação impacta aproximadamente 1 milhão de pessoas que utilizam esses serviços diariamente.

Os trens da linha 11-Coral operam entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Guaianases, enquanto na linha 12-Safira, os serviços estão ativos apenas entre as estações Brás e Engenheiro Goulart. Já a linha 13-Jade está completamente paralisada.

Apesar de uma ordem judicial que exige que 80% da capacidade dos trens permaneça em operação, essa determinação não está sendo cumprida neste momento.

Em resposta à greve, a prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio de veículos, buscando minimizar o impacto sobre o tráfego. Além disso, o sistema de ônibus conhecido como Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente a Situação de Emergência (Paese) foi ativado, com veículos circulando nas áreas afetadas. Para complementar o atendimento, o metrô aumentou a quantidade de trens nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

Atualmente, as estações em operação estão registrando grande lotação, refletindo o aumento da demanda por transporte alternativo. Às 7h50, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) reportava 412 quilômetros de congestionamento em toda a cidade, evidenciando a dificuldade de deslocamento na capital.

Os trabalhadores da CPTM estão reivindicando ao governo de São Paulo uma revisão do processo de privatização das linhas, que foi concluído em julho e está temporariamente suspenso devido a um incêndio que ocorreu na primeira semana de atividades da empresa Trívia, responsável pela concessão. Entre as reivindicações, destacam-se a garantia de emprego para aproximadamente 4 mil trabalhadores e o cancelamento da privatização, que consideram pouco transparente e prejudicial aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores.

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