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Greve CPTM: trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 paralisam

ResumoA greve da CPTM nas linhas 11, 12 e 13 foi aprovada em assembleia dos trabalhadores, com início à meia-noite de segunda-feira (3). A paralisação reivindica revisão do processo de privatização e garantia de emprego para 4 mil profissionais da companhia. A categoria busca assegurar condições de trabalho e manutenção dos postos de serviço.

Assembleia dos trabalhadores da CPTM aprova greve nas linhas 11, 12 e 13 a partir da meia-noite de segunda (3). Categoria reivindica revisão da privatização e garantia de emprego para 4 mil profissionais.

Edmar Lisboa
Edmar Lisboa Editor regional · 04 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
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Trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 da CPTM entram em greve

Os trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aprovaram greve a partir da meia-noite desta segunda-feira (3). A decisão saiu de assembleia da categoria. O movimento não afeta as demais linhas de trem paulistas.

Por que os trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 decidiram parar?

O grupo, filiado ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, reivindica a revisão do processo de privatização das linhas. A concessão foi concluída em julho e temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a operação.

A mobilização havia sido aprovada há duas semanas, quando a categoria estabeleceu um prazo para negociação com o governo estadual. O prazo terminou sem acordo, e a greve foi confirmada.

Quais são os principais pleitos da categoria?

Entre as reivindicações estão:

  • Garantia de emprego para 4 mil trabalhadores
  • Cancelamento da privatização, considerada pouco transparente e lesiva aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores

A avaliação do sindicato é de que o processo de concessão não ofereceu segurança suficiente para a categoria nem para os usuários do serviço.

O que diz o governo estadual sobre a paralisação?

O governador Tarcísio de Freitas considera a concessão essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana. Para ele, o modelo pode servir de referência para futuras concessões em outros serviços públicos.

A visão do governo contrasta com a dos trabalhadores, que apontam falta de transparência no processo. O impasse segue em aberto, e a paralisação começa na madrugada de segunda-feira.

Greve nas linhas 11, 12 e 13: o que muda para o passageiro?

A paralisação atinge especificamente as linhas 11, 12 e 13, que ligam a capital paulista à região do Alto Tietê e ao aeroporto de Guarulhos. As demais linhas da CPTM seguem operando normalmente, segundo a fonte original.

Passageiros que dependem dessas linhas devem buscar alternativas de transporte para a segunda-feira. A recomendação é antecipar deslocamentos e acompanhar comunicados oficiais da companhia e do sindicato.

Histórico recente: incêndio e suspensão temporária

A privatização das linhas foi concluída em julho, mas a operação da Trívia foi temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades. O episódio reforçou as críticas da categoria ao processo de concessão.

O sindicato argumenta que a suspensão demonstra fragilidade no modelo adotado. O governo, por outro lado, mantém a defesa da concessão como caminho para modernizar o serviço.

Perguntas Frequentes

A greve afeta todas as linhas da CPTM?

Não. A paralisação atinge apenas as linhas 11, 12 e 13. As demais linhas de trem paulistas seguem operando normalmente.

Quando começa a greve nas linhas 11, 12 e 13?

A greve começa à meia-noite desta segunda-feira (3), após aprovação em assembleia dos trabalhadores.

Qual é o principal motivo da greve?

Os trabalhadores reivindicam a revisão do processo de privatização das linhas, concluído em julho, e a garantia de emprego para 4 mil profissionais.

Quem é a empresa que assumiu a concessão?

A empresa Trívia assumiu a concessão das linhas, mas a operação foi temporariamente suspensa após um incêndio na primeira semana de atividades.

O que o governo estadual diz sobre a privatização?

O governador Tarcísio de Freitas considera a concessão essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana, e a vê como modelo para futuras concessões.

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